| Sistema Solar, 175 ER | Delilah Morgan |
[...] Embora tenha lutado vinte anos atrás pela causa consorciada em nosso pleito mais do que justo para descobrir o que existe de fato em Chara, o aparecimento do Inimigo no Espaço Humano me fez repensar e repesar meus vínculos de lealdade e a amplitude ética de meu contrato de adesão ao Consortium. Disputas entre as estirpes espaciais e os ressurrectos; entre consorciados e dissidentes; entre spacers e adeptos das terraformizações planetárias, devem ceder lugar ante a gravidade da Ameaça Alienígena para a sobrevivência da humanidade...[...]
[...]Há aqueles que afirmam que o Império pretende conspurcar os ideais mais elevados que vêm norteando a humanidade espacial desde os primórdios da Diáspora Solar. Há quem alegue que os megaprojetos de terraformização dos worms constituem a pior ameaça, ora que ambicionam criar novas Terras e concedê-las aos trinta milhões de hibernautas que permanecem em animação suspensa até hoje. Há quem defenda que os próprios ressurrectos e seu credo restritivista é que são o mal a ser combatido a qualquer custo por todos os representantes da humanidade espacial. Há quem creia que os membros do Colegiado anseiem por controlar a humanidade orgânica. Eu digo: Chega de picuinhas!